A mucosite é o efeito colateral oral mais frequente e doloroso do tratamento oncológico. Com avaliação precoce e protocolo correto — incluindo laserterapia —, é possível prevenir os graus mais graves e garantir a continuidade do tratamento.
A classificação ajuda a definir a urgência do atendimento e o protocolo de tratamento mais adequado.
Vermelhidão e sensibilidade. Alimentação normal. Acompanhamento preventivo com laser.
Úlceras pequenas. Alimentação sólida comprometida, líquidos tolerados. Protocolo terapêutico com LBI.
Úlceras extensas. Apenas líquidos tolerados. Dor intensa. Atendimento prioritário — laser terapêutico intensivo.
Impossibilidade de alimentar-se. Pode exigir internação. Comunicação imediata com equipe oncológica.
A estratégia mais eficaz começa antes do tratamento oncológico: avaliação completa da cavidade oral, resolução de focos infecciosos e início do protocolo preventivo de laserterapia junto ao primeiro ciclo de quimioterapia ou radioterapia.
Quando a mucosite já está instalada, o protocolo terapêutico com laser de baixa intensidade acelera a cicatrização, controla a dor e reduz o risco de infecção secundária. O acompanhamento segue o calendário de tratamento oncológico — e pode ser feito em domicílio quando necessário.
A janela preventiva é de 14 a 21 dias antes do início da quimioterapia ou radioterapia. Quanto mais cedo, melhor o resultado.
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